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22 de abril de 2018

JOVEM DE INHAPI/AL TEM SEU VÍDEO EXIBIDO PARA O QUADRO "O BRASIL QUE EU QUERO", NO JORNAL DA GLOBO



Um jovem da cidade de Inhapi, Sertão de Alagoas, teve seu vídeo para o quadro ''O Brasil que eu quero'' exibido no Jornal da Globo na madrugada da ultima sexta-feira. 

O jovem Weverton em seu vídeo deixou o seguinte recado: ''O Brasil que eu quero para o futuro é um Brasil mais justo, sem discriminação, onde os governantes façam valer o nosso voto com integridade, um país menos burocrático e consequentemente muito mais humano'', disse o jovem inhapiense.

Diariamente em toda a programação da emissora são exibidos vídeos de todos os internautas de todas as regiões do país que tem participado enviando o seu vídeo para os sites dos programas ou g1.globo.com/o-brasil-que-eu-quero O internauta poderá enviar o seu vídeo até o mês de outubro quando ocorrem as eleições.

21 de abril de 2018

Ofensas pelo WhatsApp rendem até R$ 13 mil de indenização na Justiça; veja casos

Quem manda mensagens abusivas pelo app pode cometer de difamação a discriminação e ter de responder na esfera cível e criminal.

Longe de ser uma terra sem lei, no WhatsApp, o que você disser pode ser usado contra você. Até nos tribunais. Brasileiros que se sentiram ofendidos com algo escrito no aplicativo de mensagem mais famoso do mundo recorreram à Justiça e conseguiram que os ofensores pagassem indenizações, que chegaram a R$ 13 mil.
A.* ouviu da amante do marido detalhes das relações sexuais, em mensagens também enviadas a sua filha, uma criança. J. foi alvo de piadas após um conhecido espalhar boatos de um caso entre eles. A.D. era constantemente chamada de “gorda”, “feia”, “bunda mole” e “bigoduda” pelo chefe. R. teve fotos íntimas incluídas em montagem pornográfica. Em comum, as quatro foram alvo de assédio pelo WhatsApp (leia os casos abaixo).
“Aquilo que podiam ser palavras ao vento agora fica registrado nessa praça digital, que, por ser pública, tornam o ato ridicularizante”, resume Patrícia Peck Pinheiro, advogada especialista em direito digital. Ela lembra que, desde a entrada em vigor do Marco Civil da Internet em 2015, as empresas que mantêm plataformas digitais deixaram de ser responsabilizadas judicialmente pelo conteúdo publicado por usuários – só passam a ser alvo se descumprirem determinações da Justiça, como a de remover postagens.

Mulher ridicularizada em grupo com 17 homens

J., de 21 anos, era alvo de comentários em um grupo de WhatsApp composto por 17 homens. G., um dos integrantes, sugeria em áudios e mensagens ter tido relações sexuais com ela e ter sido o responsável por tirar a virgindade da moça. Até ser avisada por uma amiga, que começou a se relacionar com uma das pessoas do grupo, a jovem desconhecia o teor do bate-papo.
Ao saber, pediu à família do ofensor que intercedesse, mas não foi atendida. Foi aí que resolveu processá-lo por difamação e danos morais. No dia 13 de janeiro deste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo negou um recurso da defesa e determinou pagamento de indenização de R$ 10 mil.
“De maneira injustificada, o réu teve o intuito de prejudicar a reputação da autora. Não se demonstrou nos autos que autora e réu tenham tido algum relacionamento anterior, onde tenha restado mágoa ou ressentimento por parte do réu que o tenha levado a praticar tais atitudes”, diz o desembargador Silvério da Silva, na decisão de 2ª instância. Ainda cabe recurso.
G. também responde a um processo criminal por difamação, diz o advogado de J., Alexis Claudio Muñoz Palma.

Ofendida por amante do marido

Em maio de 2016, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu que A. recebesse R$ 2 mil da amante do marido, que a ofendeu em mensagens por WhatsApp. Ser chamada de “coitada”, “otária”, “burrinha” e “chifruda”, disse a mulher, a fez entrar em depressão, o que a obrigou a abandonar o emprego. Não bastassem as ofensas dirigidas a ela, teve de lidar com mensagens e ligações feitas diretamente à filha, então com 9 anos.
“Em verdade, o que se mostra contrário ao direito – muito mais do que a infidelidade do marido – são as diversas ofensas promovidas pela ré em desfavor da autora, ofensas essas que ultrapassam a esfera do mero dissabor”, afirmou o desembargador Roberto Behrensdorf Gomes da Silva, relator do processo.

Funcionária de loja xingada por chefe

Em Santa Catarina, a loja de artigos esportivos Diederichsen foi condenada a pagar R$ 13 mil a uma funcionária xingada constantemente por seu chefe em mensagens compartilhadas diariamente em um grupo do WhatsApp que reunia outros empregados.
Para o desembargador Garibaldi Tadeu Pereira Ferreira, relator da ação, o “atos atentatórios a sua dignidade” “tinham o objetivo de coagi-la a pedir demissão”.

Montagem pornográfica feita por menor de idade

Menores de idade não estão livres de enfrentar punições. R. teve algumas fotos íntimas usadas em montagem pornografia que foi compartilhada por M., uma colega de escola. A circulação das imagens começou no Twitter, continuou pelo WhatsApp e terminaram na Justiça.
A mãe dela processou os pais da ofensora e, em agosto de 2015, a Justiça de São Paulo determinou pagamento de R$ 30 mil a título de indenização de danos morais. Mas depois reduziu a indenização para R$ 7 mil.
“Tem aumentado o número de processos sobre o tema. É jurisprudência pacífica que quem divulga ou quem mesmo curte [conteúdo ofensivo] tem o dever de indenizar”, afirma André Sbrissa, advogado de R.
Patricia Peck Pinheiro diz que o problema é enfrentado até por escolas. No ano passado, ela auxiliou um colégio de alto padrão de Salvador (BA) que se viu às voltas com uma divergência entre alunos que foi parar na delegacia.
Em um grupo no WhatsApp, cinco estudantes escreveram ofensas contra as 12 meninas da lista. Diziam, relata a advogada, que nem sabiam por que elas estudavam, já que acabariam como donas de casa.
O pai de uma delas registrou um boletim de ocorrência. Por serem menores, os rapazes receberam penas socioeducativas: tiveram de apagar as mensagens, pedir desculpas e apresentar palestras na escola sobre diversidade de gênero.

Outros crimes

Quem manda mensagens abusivas por apps de bate-papo ou por redes sociais pode ser responsabilizado tanto na esfera criminal quanto na cível, explica a advogada Patrícia Peck Pinheiro. Em uma esfera, as penalidades são financeiras, como o pagamento de indenização; na outra, a pena pode envolver prisão.
Dependendo do teor, essas mensagens podem configurar diferentes crimes, desde calúnia, difamação ou injúria até preconceito racial e ameaça. Os autores das mensagens podem ser acionados até mesmo se a pessoa ofendida não for uma das destinatárias, que foi o caso de J.
Mesmo a fofoca digital, ainda que não seja ofensiva, pode gerar ações na Justiça. Entra aí a reiteração jocosa das características de uma pessoa (por exemplo: “fulano ri muito”), comportamento comum em casos de bullying. O crime seria abuso da liberdade de expressão.

19 de abril de 2018

FILHO MATA PAI A PAULADAS EM UPANEMA-RN

Wendell acusado de ter matado o pai a pauladas
O crime bárbaro que chocou a população da cidade de Upanema distante 45 quilômetros de Mossoró, na região Oeste Potiguar, aconteceu na Rua Damião Alexandre de Oliveira, bairro periférico daquela cidade.
Segundo informações, apessoa de Agnaldo Sales Fernandes, 49 anos foi espancado a pauladas pelo filho, identificado apenas como "Wendell", na noite da última quinta feira (12).
A vítima foi socorrida para o Hospital Regional Tarcísio Maia em Mossoró, mas não resistiu e morreu neste domingo 15 de março naquela unidade hospitalar.
O corpo de Agnaldo Sales foi necropsiado no Instituto Técnico Científico de Perícia ITEP unidade regional de Mossoró e liberado para a familia providenciar velório e enterro que ocorreu em Upanema.
O delegado da cidade, Dr. André Alburquerque instaurou inquérito policial para apurar o caso e deverá encaminhar nesta terça feira (17) à justiça o pedido de prisão preventiva do acusado, que se encontra foragido.


OPERAÇÃO CONJUNTA DO MPRN, PC E PM REALIZA PRISÕES E APREENDE DROGAS E ARMAS EM ASSÚ-RN


Uma ação conjunta do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), Polícia Militar e Polícia Civil foi deflagrada na manhã desta quarta-feira, 18 de abril de 2018, com o objetivo de combater a criminalidade na região conhecida como “Buraco d’água”, no município de Assú.
A operação Kiriri-Açu cumpriu 10 mandados de busca e apreensão em residências e estabelecimento comercial na região. Investigações do MPRN concluíram que os locais serviam para armazenar entorpecentes e armas utilizados na atividade criminosa. O nome da operação é uma expressão em tupi-guarani que significa “grande sossego”, remetendo à ideia de necessária pacificação na violenta região.
A ação resulta de uma investigação das Promotorias de Justiça Criminais de Assu, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPRN (Gaeco) do MPRN, e foi iniciada após a ocorrência de uma série de atos de violência na região também investigados pela Polícia Civil.
Além do cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão, a operação Kiriri-Açu prendeu 4 pessoas em flagrante por posse de arma de fogo, vultosa quantia em dinheiro fracionado, além de munições e diversos itens relacionados ao tráfico de drogas, como balança de precisão, lâminas para corte de entorpecentes e material para embalagem.
As investigações prosseguirão no âmbito do Ministério Público e Polícia Civil para fim de individualização das condutas.

ACUSADO DE HOMICÍDIO É PRESO PELA POLÍCIA CIVIL DE ASSÚ-RN

A Polícia Civil, por meio da equipe de Policiais da Delegacia de Assu, com apoio da Polícia Militar (ForçaTática), na manhã do dia de hoje (19/04/2018), prendeu ALEXOM BRUNO DANTAS (30 anos), vulgo “BRUNO DE ASSIS”, em cumprimento à ordem judicial da comarca de Ipanguaçu/RN, suspeito de ter, no dia 06/02/2018, na cidade de Itajá, juntamente com MATHEUS PESSOA DANTAS LOPES (20 anos), ter assassinado MARCOS LUCAS DA SILVA, o “LUQUINHAS DE ITAJÁ”.
Após uma perseguição na BR 304, já próximo da primeira entrada da cidade de Assu, o suspeito foi abordado e preso. Ele havia deixado a cidade de Itajá e partido para Natal, mas retornou na noite de ontem. 
Conforme apurado e demonstrado nos autos da investigação, no dia 06 de fevereiro de 2018, na cidade de Itajá, precisamente na Barragem Armando Ribeiro de Andrade, por volta das 16h20min, a vítima “LUQUINHA DE ITAJÁ”, foi morta pela dupla MATHEUS DE DIONE” e BRUNO DE ‘DE ASSIS’”, com disparos de arma de fogo. 
Os suspeito pegaram a vítima num veículo VOLKSWAGEM SANTANA CINZA, PLACAS HWJ 5608, de propriedade de BRUNO DE “DE ASSIS”, e o levaram para ser morta, sendo, poucos minutos depois, o COPOM foi acionado informando um achado de cadáver, que seria o da vítima.
BRUNO DE ‘DE ASSIS’, desconfiado de terem identificado o veículo usado no crime, em nome do mesmo, trocou o mesmo por um CAMINHÃO DE COR AZUL, bem como se desfez de uma arma de fogo que possuía.
Logo após a prisão, foi possível recuperar a arma, um revólver calibre .38, bem como o veículo usado no crime.
Já o suspeito MATHEUS “DE DIONE”  foi vítima de disparos de arma de fogo, uma delas na cabeça, com uso de uma espingarda calibre 12, no dia 12 de abril do ano corrente.

Cristian Cravinhos chega a P2 em Tremembé e vai para cela solitária

  Cristian Cravinhos foi preso suspeito de agredir mulher e tentar subornar policiais em Sorocaba (SP) (Foto: Carlos Dias/G1)
 Cristian Cravinhos foi preso suspeito de agredir mulher e tentar subornar policiais em Sorocaba (SP)

Cristian Cravinhos, condenado a 38 anos de prisão pela morte dos pais de Suzane von Richthofen, voltou às 15h10 desta quinta-feira (19) para penitenciária 2 de Tremembé, no interior de São Paulo. Ele foi interno da unidade por mais de 10 anos, depois de ser condenado pelo crime em 2006, e tinha deixado o presídio em agosto do ano passado beneficiado pelo regime aberto.
Cristian Cravinhos foi preso na madrugada da última quarta-feira (18), após ser denunciado por agredir uma mulher, apontada como sua ex, na porta de um bar em Sorocaba.
Segundo os policiais que foram acionados para atender a ocorrência, ao ser abordado, Cristian se apresentou como "um dos irmãos Cravinhos” e tentou subornar os policiais com R$ 1 mil para não ser preso. Ele portava ainda munição de uso restrito.
Cristian vai ficar por 10 dias em regime de observação na penitenciária Doutor José Augusto Salgado (P2). No modelo, ele fica sozinho, isolado em uma cela, sem direito a receber visita. A cela mede 8 metros quadrados.
O PORTAL  apurou que ele vai voltar a cumprir pena no regime fechado - a Vara de Execuções Criminais (VEC) e o Tribunal de Justiça (TJ-SP) não confirmaram oficialmente essa informação até a última atualização desta reportagem. O processo de Cristian tramita no fórum da Barra Funda.
Antes de chegar em Tremembé, ele estava no CDP de Sorocaba, aguardando a transferência. Cristian irá responder por corrupção ativa e posse ilegal de munição.
Regressão
No regime aberto, Cristian deixou a prisão e cumpria pena em casa. O modelo, que é o mais brando dentre os regimes prisionais, permite que o detento seja mantido em liberdade e se apresente em juízo em datas pré estabelecidas.
No regime fechado, ele perde o direito à liberdade e também às saídas temporárias - permitidas cinco vezes ao ano quando estava no regime semiaberto.
Crime
O casal Richthofen foi assassinado em 2002. Cristian e o irmão Daniel, então namorado de Suzane, planejaram o crime.
Suzane e o namorado foram condenados a 39 anos de prisão, enquanto Cristian, a 38 anos. Ela é a única que ainda está presa - ela cumpre pena no semiaberto. A última vez que ela deixou a unidade foi na saída temporária de Páscoa. Ela pleiteia progressão de pena ao regime aberto.
Daniel está no regime aberto desde 16 janeiro deste ano. Antes, ele também cumpria pena em Tremembé, junto com o irmão. 

83º Homicídio em Mossoró 2018: Ex-presidiário é executado com 10 tiros no Loteamento Santa Helena







A cidade de Mossoró na região Oeste do Rio Grande do Norte, registra mais um crime de homicídio provocado por disparos de arma de fogo, o 83º do ano de 2018.
O crime aconteceu por volta das 21h30min, desta terça feira 17 de abril, na Rua Missionário José Luiz de Queiroz no Loteamento Santa Helena, região do Santo Antônio.  O ex-presidiário Moisés Evangelista de Melo foi assassinado com cerca de 10 tiros, sete dos quais atingiram a região da cabeça.
Ele foi encontrado caído no muro da frente de uma residência abandonada naquela localidade. Policiais Militares foram acionados pelo CIOSP que comunicou ter havido disparos de arma de fogo naquele local. Quando as guarnições do Santo Antônio, GTO e do Fiscal de Operações chegaram no local se depararam com a cena do crime.
A Polícia recebeu informações da família de que Moisés estava em sua casa, no Conjunto Liberdade, quando homens chegaram em um carro HB20 e o chamaram para sair. O mesmo trocou de roupa e saiu com os amigos até o Santa Helena onde foi morto. A Polícia acredita que o ex-presisiário foi morto pelos próprios amigos que o pegaram em sua casa.
A perícia criminal, não encontrou no local nenhum vestígio que pudesse identificar a arma usada no crime, como por exemplo estojos ou cápsulas. Após a perícia no local do crime realizada pela equipe do ITEP com a presença da equipe do Delegacia de Plantão, sob o comando do Dr. Roberto Moura, o corpo foi removido e encaminhado para o setor de medicina legal onde será examinado.
Moisés Evangelista de Melo, respondia processos nas comarcas de Mossoró e Upanema, por roubo (art. 157) e Porte ilegal de arma de fogo (art. 14) (Ver processos)
Com mais um crime de homicídio registrado em Mossoró, a cidade passa a contabilizar 83 assassinatos em 2018. O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)

‘Rei do ecstasy’: Casal de traficantes preso em Natal com patrimônio de R$ 5 milhões abastecia raves com drogas


A prisão do casal Rafael Rubio Oliveira, 35, conhecido com Rei do Ecstasy, segundo autoridades policiais, e Laíze Souza Dantas de Aragão Oliveira, 24, tem um componente comportamental de forte repercussão: eles são apontados pela polícia como responsáveis por traficar drogas e usá-las para abastecer festas realizadas por eles mesmos.
Na coletiva em que apresentou os suspeitos, a Polícia Civil não divulgou mais detalhes sobre essa vertente, mas garantiu que Laíze lavava o dinheiro do tráfico e comandava uma empresa responsável por realizar os eventos.
Laíze negou ter envolvimento com drogas e afirmou que sua empresa realiza festas “num geral”. À polícia, Rafael, que se aposentou como agente penitenciário por esquizofrenia, afirmou que vivia da venda da moeda virtual bitcoin.
“A esposa desse cidadão é responsável por uma empresa de promoção de festas raves. Obviamente que nessas festão são distribuídas drogas sintéticas, como LSD e ecstasy, desse cidadão [Rafael] que se passa por doido”, afirmou o delegado Odilon Teodósio, da Deicor.
Um levantamento da reportagem identificou em nome da jovem de 24 anos a empresa Melting Consultoria e Entretenimento, com endereço em um apartamento no 19º andar do Gran Parc Petropólis, residencial situado no bairro que dá nome ao condomínio. Um apartamento de mais de um milhão de reais foi citado pela polícia na coletiva desta quinta-feira.
As informações da empresa registram que seu capital social é de R$ 100 mil. Um telefone celular registrado em nome da Melting foi contatado pela reportagem. Ninguém atendeu as ligações.
Não foram localizados eventos relacionados ao nome da empresa. 
Nas redes sociais, nenhuma indicação faz suspeitar que o casal tem enorme patrimônio. Nos perfis de Laíze e Rafael eles sequer aparecem juntos nas fotos que estão disponíveis para o público.

Ministério Público denuncia cabo da PM por facilitar fuga de presos em Alcaçuz


Ministério Público do Rio Grande do Norte denunciou um cabo da Polícia Militar pelo crime de corrupção passiva por ele ter facilitado uma fuga de detentos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz – fato ocorrido em 2016. Alcaçuz fica em Nísia Floresta, município da Grande Natal, e é a maior unidade prisional do estado.
Segundo o MP, o cabo atuou “diretamente na facilitação para que nove detentos fugissem da unidade prisional em 28 de outubro de 2016”. Em razão disso, o Ministério Público também ingressou com uma ação de responsabilização pela prática de atos de improbidade administrativa e pediu o afastamento cautelar do policial das funções dele.
As investigações, que tiveram o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do próprio Ministério Público do Rio Grande do Norte, apontam que o cabo exercia a função de guariteiro na madrugada em que foi registrada a fuga, e que a torre de vigilância por ele ocupada fica perto do túnel escavado pelos detentos.
Ainda de acordo com o MP, o cabo agiu em companhia de um outro PM, que foi assassinado a tiros em 2017, em Natal. As investigações também afirmam que esse policial morto estava de folga no dia da fuga, mas mantinha contato telefônico com um dos detentos enquanto o cabo repassava ao colega as informações sobre a localização da viatura que fazia rondas no entorno de Alcaçuz. Pelo serviço de facilitação, o MP revela que cada preso acertou o pagamento de R$ 5 mil aos policiais.
Ao longo dia da fuga, o cabo e o colega assassinado mantiveram contato telefônico por 9 vezes. O PM morto, que se articulava com os presos, chegou a dizer a um detento que o cabo estaria “intocado justamente para vocês trabalharem à vontade”.
Para o MPRN, ao promover ou facilitar a fuga dos presos de Alcaçuz, o cabo “afrontou não só o poder punitivo estatal, mas expôs a risco toda a segurança pública”. O PM também é investigado por envolvimento em pelo menos uma outra fuga da penitenciária.
A denúncia por corrupção passiva e a ação civil pública por improbidade administrativa foram encaminhadas à vara única de Nísia Floresta.

Entra em vigor pena maior para motorista bêbado que mata em acidente


Antes, a pena de prisão para o motorista que cometesse homicídio culposo no trânsito estando sob efeito de álcool ou outras drogas psicoativas variava de 2 a 5 anos. Com a mudança, a pena aumenta para entre 5 e 8 anos de prisão. Além disso, a lei também proíbe o motorista de obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente. Já no caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão, que variava de seis meses a 2 anos, agora foi ampliada para prisão de 2 a 5 anos, incluindo também a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.Entra em vigorar nesta quinta-feira (19) a Lei 13.546/2017, que ampliou as penas mínimas e máximas para o condutor de veículo automotor que provocar, sob efeito de álcool e outras drogas, acidentes de trânsito que resultarem em homicídio culposo (quanto não há a intenção de matar) ou lesão corporal grave ou gravíssima. A nova legislação, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, modificou artigos e outros dispositivos do Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/1997).
As alterações no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) também incluem a tipificação como crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas, os chamados rachas ou pegas. Para reforçar o cumprimento das penas, foi acrescentada à legislação um parágrafo que determina que “o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no Artigo 59 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime”.
Para a professora Ingrid Neto, doutora em psicologia do trânsito e coordenadora de um laboratório que pesquisa o tema no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), uma legislação que endureça as penas para quem comete crimes de trânsito é importante para coibir a prática, mas não pode ser uma ação isolada. “Quando a gente fala em segurança do trânsito, estamos tratando desde as ações de engenharia e infraestrutura das vias, o trabalho de educação no trânsito [voltado à prevenção], e o que chamamos de esforço legal, que é justamente uma legislação dura, que as pessoas saibam que ela existe, mas combinada com um processo efetivo de fiscalização”, argumenta.
Para Ingrid, por mais dura que seja um legislação, ela não terá efeitos se não vier articulada com outras iniciativas complementares. “Na lei seca [que tornou infração gravíssima dirigir sob efeito de álcool] nós vimo isso. No começo, houve uma intensa campanha de educação e fiscalização, o que reduziu de forma significativa o índice de motoristas que bebe e insistem em dirigir, mas a partir do momento que a fiscalização foi reduzida, as pessoas se sentiram novamente desencorajadas a obedecer a lei”, acrescenta.

RN tem déficit de 10 mil policiais e bombeiros


O Rio Grande do Norte possui um déficit de 10 mil agentes na área de segurança pública – e isso levando-se em consideração somente os policiais civis, policiais militares e bombeiros militares. Atualmente, o estado conta com 9.978 servidores nestas três instituições, bem distante dos 19.681 previstos em lei.
A quantidade mínima de policiais que uma sociedade precisa ter é recomendada por cálculos feitos por especialistas em segurança pública. É considerada a necessidade de se ter um policial para cada grupo de 250 pessoas. No Rio Grande do Norte, é esta mesma orientação que (por meio das leis que regem os estatutos das corporações) fixa os efetivos da Polícia Civil, PM e também do Corpo de Bombeiros Militar. Como o RN possui 3,5 milhões de habitantes, fica compreendido que é preciso ter, no mínimo, 14 mil policiais atuando nas ruas. Hoje, o efetivo total da PM não chega a 8 mil – sendo que 950 estão cedidos a outros órgãos e mais de 500 trabalhando nas guaritas de cadeias e presídios do estado.
Os números que demonstram o descumprimento dos regimentos dos órgãos de segurança e consequentemente de leis aprovadas pelo Executivo estadual foram repassados ao PORTAL pelas corporações e também pelo próprio governo, por meio da Lei de Acesso à Informação.
gentes e não tenho escrivã. A minha escrivã foi removida para Macaíba (na Grande Natal) faz um mês e ainda não repuseram ninguém no local. Então é uma situação bem difícil”, revelou.
“A deficiência de agentes, escrivães e delegados é a causa da falta de eficiência nas unidades. É impossível fazer um trabalho de excelência sem um efetivo mínimo”, afirma o delegado Inácio Rodrigues, que tem seis municípios sob sua jurisdição.
“É preciso que ocorram concursos públicos para que a Polícia Civil seja revitalizada”, acrescentou Inácio, que hoje responde pelas delegacias de Pau dos Ferros, São Francisco do Oeste, Luís Gomes, Paraná, Major Sales e José da Penha, todas também na região Oeste do estado.

Presos em operação nessa manhã em Parelhas chegam à delegacia de Caicó


Seis pessoas presas nessa manhã em Parelhas por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas na região já desembarcaram em Caicó para os procedimentos cabíveis. De lá, vão para um presídio na região. São eles:
  • ALAN ROBERT DE ARAÚJO SANTOS, de 27 anos de idade;
  • JAILSON DE GUSMÃO, vulgo MO, de 35 anos de idade;
  • FÁBIO JOSÉ DOS SANTOS, vulgo CHEIRO, de 22 anos de idade;
  • ALISSON ALADAN ALVES DE LIMA, vulgo BARU, de 19 anos de idade;
  • WYLLAN VANDERSON FERREIRA DA SILVA, de 20 anos de idade;
  • DANIELE FERREIRA DA SILVA, de 34 anos de idade;

RN - Quadrilha armada de faca faz arrastão em casa da zona Leste de Caicó nesta madrugada


Era por volta das 2:00h da madrugada desta quinta – feira (19) quando cinco indivíduos praticaram um assalto e fizeram um arrastão em uma casa nas proximidades da Purific na Vila Altiva, na zona Leste da cidade de Caicó.
Segundo as vítimas os ladrões estavam armados de arma branca e aparentavam serem menores de idade.
Eles tinham estatura mediana, eram morenos e ao menos dois deles usavam bermudas na cor azul. Um teria dito que eles ligaram e iam fugir num táxi para o bairro Paulo VI após ação criminosa e saíram a pé, entretanto, nenhum táxi foi visto pelas vitimas.

Família procura jovem desaparecida que saiu pra festa e não voltou em Araripina-PE


Familiares e amigos procuram por Ingrid Laís dos Santos Jorge de 18 anos, que desapareceu no último domingo dia (15), após ter ido para a cidade de Francisco Macedo, no interior do Piauí. A jovem reside no distrito da Vila Serrania 1, zona rural de Araripina, no Sertão de Pernambuco.

Desesperada, a família procurou o comando do GPM de Marcolândia, que é coordenado pelo Tenente De Assis. De acordo com as informações repassadas por telefone pelo tenente, a família está aflita e precisando de ajuda.

“Há informações que Ingrid foi vista saindo da inauguração que participava com destino a Marcolândia, e desde então não tivemos mais notícias, tentamos ligar para o número do celular dela, mas a mesma não atende as ligações. Estamos dando total apoio a família e pedimos ajuda de todos para encontramos essa jovem”, disse o Militar.

A jovem vestia uma blusa branca e um short azul. Qualquer informação pode ser repassada para os telefones: (89) 99431-0893 ou (89) 99404-0004.

EX-PRESIDIÁRIO FOI ASSASSINADO DENTRO DE CASA NO SÍTIO LAJES EM CARUARU






Foi assassinado dentro de casa, no Sítio Lajes, as margens da BR 104, na zona rural de Caruaru, o ex-presidiário, Severino Roque da Silva, de 60 anos. Ele foi morto a tiros na noite deste domingo (15) e os vizinhos informaram a polícia que ouviram os disparos, mas não chegaram a ver os algozes.

Severino era ex-presidiário e segundo a PM havia um Mandado de Prisão em seu desfavor. A Polícia Civil e a polícia científica realizaram o levantamento cadavérico e encaminharam o corpo para o IML da cidade.

Este foi o 12º homicídio do mês de abril e na soma geral já são 58 assassinatos registrados neste ano de 2018 em Caruaru.

DOIS JOVENS MORRERAM FAZENDO “RACHA” NO AEROPORTO DE BELO JARDIM

                          
Adriel.


Jefferson.


Dois jovens que participavam de um “racha” na tarde deste domingo (15), no aeroporto de Belo Jardim. Adriel Luidson Bezerra dos Santos, de 15 anos e Jefferson Berto da Silva, de 18 anos, era amigos e moravam no bairro Sant Antonio e colidiram frontalmente, o Adriel guiando uma cinquentinha e o Jefferson guiava uma CG 150 e morreram no local.

Os corpos dos dois rapazes foram encaminhados para o IML de Caruaru.

ROCAM E CAÇA HOMICIDA DE BEZERROS PRENDERAM EM CARUARU MARGINAL QUE TOMOU DUAS MOTOS DE ASSALTO EM BEZERROS





Policiais tiveram acessa a fotos do criminoso cometendo assaltos.

tarde desta segunda-feira (16), os soldados Diego Brainer, Joseilsso, S. Filho, Túlio Pinto, F. Filho e Alen da ROCAM e da GE Caça Homicida de Bezerros, com o apoio dos soldados Carlos Miranda, Woest, Gean Santos e Wallace Oliveira do 1º BIEsp, prenderam no bairro Salgado, Manoel Henrique Belarmino dos Santos, vulgo “Nego do Salgado” de 20 anos, que mora no Conjunto Residencial Alto do Moura e com ele apreenderam um revólver calibre 38 com 11 munições, algumas intactas e outras pinadas, além de uma pequena quantia em dinheiro, quatro celulares e duas motos, sendo uma Bros e uma XR 300.

A Polícia Militar informou que o criminoso que estava com um comparsa, tomou essa Bros de assalto no dia 11 desse mês em Bezerros e hoje voltaram a cidade, onde abandonaram a Bros e tomaram essa XR 300, mas o policiamento localizou um dos marginais e ele confessou o roubo e disse que essa moto que roubaram hoje seria utilizada para cometer alguns homicídios, inclusive foi apreendido quando menor por ter matado um desafeto e é acusado de ter cometido outro homicídio quando maior de idade e já havia um Mandado de Prisão em seu desfavor.